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Avaliação do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará na percepção dos egressos (2020)

Autores: Tabosa, Hamilton Rodrigues; Félix, Williams Yuri Sales

Resumo: O objetivo da pesquisa, cujos resultados apresentamos neste artigo, foi identificar aspectos passíveis de melhoria no currículo do Curso de Bacharelado em Biblioteconomia da UFC, com base na análise das necessidades e demandas da sociedade atual, refletidas nas exigências das instituições empregadoras aos bibliotecários graduados de 2007 a 2017. Partimos de uma revisão de literatura seguida de estudo empírico por meio de um questionário eletrônico com perguntas abertas e fechadas. Os dados quantitativos foram planilhados e originaram gráficos e, como técnica para a análise dos dados qualitativos, elegemos o Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Como principais resultados, percebemos a necessidade de oferecer disciplinas mais voltadas para a resolução de problemas e casos reais, realizar ajustes no plano pedagógico/matriz curricular, traduzidos principalmente na ênfase e atualização de disciplinas evidenciadas como fundamentais ao fazer do bibliotecário, ou seja, aquelas que mais fortemente embasam sua atuação. Identificamos também disciplinas que os egressos consideram mais distantes da realidade do exercício da profissão e que poderiam ser suprimidas do currículo para dar lugar a outros conteúdos. Além disso, percebemos que o mercado de trabalho exige do profissional competências e habilidades específicas e, para suprir essas exigências, faz-se necessário buscar cursos e especializações, além da graduação.

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Fontes de informação em patentes (2020)

Autores: Moura, Ana Maria Mielniczuk de; Santos, Fernanda Bochi dos; Magnus, Ana Paula Medeiros; Consoni, Letícia Angheben El Ammar; Gabriel Junior, Rene Faustino

Resumo: A pesquisa explora as diferentes bases de dados depositantes de patentes — importantes fontes de informação para a realização de estudos patentométricos — e propõe-se a investigar as características inerentes ao processo de coleta e recuperação de patentes depositadas nas bases de dados Derwent Innovations Index, Orbit, INPI, Google Patents e PatentScope. Compreende a necessidade de discriminar as diferenças nessas bases de dados a partir de um único objeto de estudo, reunido na produção intelectual da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). De caráter qualitativo-descritivo, o estudo tem por objetivo explorar as bases de dados mencionadas. A busca e a recuperação dos dados das patentes depositadas pela UFRGS e indexadas nas bases ocorreu pela utilização variada do nome da universidade, visando a abranger o maior número de registros possível. Observou-se que as bases de dados analisadas apresentaram características distintas umas das outras. A DII e a Orbit exibiram o maior número de registros recuperados, porém a DII recuperou registros indexados de forma incorreta. O INPI foi a base com o número de registros mais fidedigno à Universidade, da mesma forma que a PatentScope. O Google Patents ficou muito aquém das expectativas, não servindo como uma boa fonte de dados para o tipo de pesquisa realizado, pois não indexa o escritório brasileiro. Conclui-se que é necessário examinar atentamente a fonte de informação antes de realizar um estudo de cunho patentométrico, pois existem divergências e características singulares entre as bases de dados.

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Usuários no contexto digital (2020)

Autores: Silva, Adriana Nobrega da; Nunes, Jefferson Veras; Secundino, Leilianny Alencar; Costa, Maria de Fátima Oliveira; Aguiar, Yane Nóbrega de

Resumo: O presente estudo analisa os usuários de informação em um ambiente digital. O objetivo é identificar as necessidades de um grupo que participa de uma rede social específica. Esta pesquisa pretende estudar as necessidades dos usuários e seu contentamento em uma relação de cooperação de um grupo virtual no Facebook, chamado “Alguém conhece alguém que ...” (alguém conhece alguém que…). Este estudo tem como objetivo geral investigar as necessidades dos membros deste grupo, aqueles que buscam esse tipo de informação nesse ambiente digital, estudando o que sentem quando solicitam ajuda e o que sentem quando alguém do grupo os ajuda. Ele aborda o conceito de Estudo de Usuários, permeia o ambiente digital, a interação e a cooperação entre os membros do grupo e revela a base teórica sobre as redes sociais. A metodologia utilizada foi a análise quantitativa com aplicação de questionário e observação dos membros. Os resultados do significado mostram que os usuários são na maioria jovens, têm comportamento inquieto e cada vez mais ansiosos por informações precisas e rápidas. Esta pesquisa está intimamente relacionada com o ACAQ, uma vez que os membros muitas vezes fazem uso desta ferramenta como a primeira opção para atender suas necessidades. Porque eles sabem que na maioria das vezes há alguém para ajudá-los imediatamente. Conclusão trouxe compreensão sobre as redes sociais, sua importância e benefícios para as pessoas que delas participam.

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Um corpo que fala (2020)

Autores: Gomes, Elisângela

Resumo: Com este trabalho tenho por intuito compreender a presença dos corpos negros e femininos nas rodas de capoeira angola e a possibilidade de atuarem como dispositivo comunicativo possibilitando a continuidade dos valores e da cultura africana. Nessa escrita apresento o corpo como um meio de comunicação que ao narrar histórias estabelece uma relação direta com valores africanos, ressignificando as identidades negras dilaceradas pelo racismo. A capoeira como prática africana, deve, portanto ser vivenciada considerando o protagonismo epistemológico e corpóreo de negros e negras o que implica em rever determinadas ações e posicionamentos de cunho social, também presentes e adotados na prática da capoeira como: racismo, sexismo, LGBTfobia e Transfobia. Como procedimento metodológico proponho a abordagem qualitativa do tipo pesquisa participante, o público estudado será composto por Mulheres Negras autodeclaradas que estão inseridas em grupos ou coletivos de capoeira angola localizados nas cinco regiões do país: Norte, Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. A técnica de coleta será composta por entrevista associada à pesquisa participante. O corpus textual discute questões que perpassam as múltiplas vivências das Mulheres Negras:  protagonismo negro feminino, valores civilizatórios africanos, afroperspectiva na cultura e identidade africana e a Teoria do Corpomídia no contexto comunicacional.

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Qual a cor da Biblio? (2020)

Autores: Müller, Geisa; Gomes, Suely Henrique; Estrela, Hevellin ; Camargo Silva, Júlio Heber

Resumo: A pesquisa tem como objetivo investigar o perfil racial do quadro discente dos cursos de Biblioteconomia da região Centro-Oeste do Brasil. Além disso, identificar comparativamente o número de pretos(as), pardos(as) e brancos(as) e discutir a inclusão da população negra nas instituições analisadas; verificar o quantitativo de abandono entre os grupos; apresentar o quantitativo de pretos(as) e pardos(as) segundo o sexo, a idade e sua procedência de ingresso, se escola pública privada. Trata de pesquisa quantitativa e exploratória. A análise é baseada nos Microdados do Censo do Ensino Superior 2017 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Foram considerados os alunos(as) ingressantes nos cursos de biblioteconomia da região Centro-Oeste nos anos 2015 a 2017. O ano de 2015 foi estabelecido como ponto de referência, uma vez que foi a partir daí que as IES aderiram ao ENEM E SISU. Os principais resultados apontaram que os discentes de Biblioteconomia da região Centro-Oeste do Brasil são compostos em sua maioria pela população negra do sexo feminino e sua maioria composta por jovens oriundos de escolas públicas.

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Grupos de Pesquisa sobre relações raciais no Diretório do CNPq (2020)

Autores: Carmo, Nicácia Lina do; Silva, Joselina da

Resumo: Relata estudo realizado no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil (DGP) registrados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Contempla o objetivo de identificar os grupos de pesquisa sobre relações raciais, destacando as temáticas: igualdade racial, mulher negra, ações afirmativas, racismo institucional, movimento negro e africanidades. Apresenta uma pesquisa exploratória por meio das buscas e recuperação dos dados no Diretório e desenvolve uma revisão bibliográfica sobre as temáticas estudadas nesta pesquisa. Expõe as áreas, regiões e instituições, das quais fazem parte os grupos de pesquisa. Realiza um recorte sobre as pesquisadoras líderes da região nordeste na área da educação. Conclui refletindo sobre as análises realizadas por meio dos resultados obtidos durante a recuperação dos dados e destacando a relevância do DGP e da importância de criação de novos grupos de pesquisa.   

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Histórias paralelas, histórias fragmentadas (2020)

Autores: Vaz, Gláucia Aparecida

Resumo: Trata sobre os documentos que estão sb a guarda de centros culturais que tratam sobre movimentos e grupos sociais historicamente marginalizados. Os grupos abordados são o movimento estudantil, o movimento feminista brasileiro e o movimento negro. A fragmentação da documentação, entre outros inúmeros problemas estruturais, fruto de uma ausência de política nacional de arquivos e de uma política documental é o principal desafio a ser enfrentado. A documentação referente a movimentos sociais deve ser compreendida além da objetividade do documento de arquivo, pois possui uma subjetividade, que exige um tratamento especial e formas de difusão igualmente diferenciadas para que o público em geral possa conhecer a referenciada história que permanece em grande parte a margem da história oficial divulgada e tomada como verdade absoluta no âmbito escolar.

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Enegrecendo o ENANCIB (2020)

Autores: Targino de Melo Filho, Edilson; Francisco da Silva Junior, Jobson

Resumo: A temática étnico-racial sempre marginalizada na academia é tomada como o cerne deste trabalho que tem como objetivo identificar a produção científica sobre a temática étnico-racial nos ENANCIBs. De cunho exploratório e descrito, utiliza como método a cientometria, o período analisado compreende os anos de 1994 a 2018. Os resultados demonstram que ao longo dos anos houve um aumento no número de publicações, embora com números baixos se comparado ao total de publicações. Por fim, considera que a pesquisa proporcionou ampliar estudos anteriores, permitindo conhecer o panorama de produção sobre a temática étinco-racial na Ciência da Informação.

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Modelos de gestão do conhecimento em bibliotecas acadêmicas do Brasil (2020)

Autores: Sousa, Carlos Henrique; Gouveia, Luís Manuel Borges

Resumo: A gestão do conhecimento é considerada uma importante área multidisciplinar e complexa, prática gerencial que conquistou um viés universal devido a possibilidade de ser aplicada em qualquer organização, visando almejar inovação em produtos e serviços. Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo identificar e caracterizar os trabalhos científicos que tratam sobre modelos de gestão do conhecimento propostos para bibliotecas acadêmicas brasileiras. Para tanto, foi realizada uma revisão de literatura nas teses e dissertações dos programas de pós-graduação do Brasil, defendidas no período de 2003 a 2018. Assim, os resultados mostraram que a temática está presente com recorrência na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação, bem como que o maior número de modelos de GC foram idealizados para o contexto das bibliotecas universitárias. Quatro modelos foram destacados no levantamento devido suas especificidades de atuação: Castro (2005), Rostirolla (2006), Bem (2015) e Sousa (2017). Tais resultados podem servir de orientação para pesquisadores em futuras pesquisas ou de referência para gestores de bibliotecas e bibliotecários em promoverem a implementação da GC.

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Gestão do conhecimento na rede de bibliotecas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará: (2020)

Autores: Rodrigues Bernardino, Maria Cleide; Sousa, Carlos Henrique Silva

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As tecnologias digitais como instrumento pedagógico para a mediação da informação na biblioteca escolar (2020)

Autores: Rodrigues Bernardino, Maria Cleide; Silva, Cícera Ana Micaeli Gomes da

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Aniversário de Cinco Anos do Periódico ‘Folha de Rosto’ (2020)

Autores: Rodrigues Bernardino, Maria Cleide; Santos, Izabel Lima dos

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Preservação da memória da cidade de Paulistana (PI) (2020)

Autores: Rodrigues Bernardino, Maria Cleide; Viana, Francisca das Chagas

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Perspectivas de atuação em bibliotecas universitárias (2020)

Autores: Santos, Rafaelle Gleice dos

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Filmes LGBT como memória e resistência (2020)

Autores: Lima, Gláucio Barreto de

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Expediente (2020)

Autores: Rodrigues Bernardino, Maria Cleide

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Análise da Disseminação de Informações étnico-raciais no Portal Geledés (2020)

Autores: Costa, Fernanda Carla da Silva

Resumo: Apresenta o entendimento da informação a partir do contexto étnico-racial, o que permite conciliar esse fenômeno com as práticas sociais dos sujeitos afro-brasileiros, que constroem sua história e cultura em um hibridismo de mobilizações simbólicas marcadas por estratégias discursivas que levam em consideração fenótipo, cor, raça classe, gênero. Nesse sentido, o Instituto da Mulher Negra (GELEDÉS), atua como movimento que tem como finalidade o posicionamento contra opressões e discriminações, principalmente advindas do machismo, sexismo e racismo. No contexto brasileiro de práticas de discriminação racial estruturadas nos fundamentos históricos do Estado-nação, essa fonte de informação tem se preocupado em discutir, as identidades raciais pautadas na mistura de raças, os reflexos desses relacionados a economia, política, segurança pública, educação, dentre tantos outros. Assim, questionamos como o Portal GELEDÉS vem disseminando informações étnico-raciais sobre os conceitos de “negros(as) de pele clara”, “mestiço(a)s”, “miscigenação” e “colorismo”. Tendo como objetivo identificar nessas informações, quais os discursos relativos a tais conceitos. Utiliza técnicas bibliométricas e altimétricas para análise da rede conceitual viabilizadas por softwares como Zotero e VOSviewer, bem como o método de análise do discurso (FOUCAULT, 2010; 2014). Desse modo, apresenta a rede conceitual que contempla os principais temas abordados nos materiais analisados. Concluímos que temáticas como o racismo se encontram presentes no entrelace das discussões de entendimento da identidade racial dos negros(as) brasileiros(as), o reflexo disso tem sido percebido nos relatos das vivências de sujeitos sempre expostos a processos de subalternização e na recorrência dos discursos sobre essas temáticas.

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Práticas Informacionais das mulheres negras (2020)

Autores: Melo, Daniella Alves de ; Alves, Edvaldo Carvalho ; Brasileiro, Fellipe Sá

Resumo: Baseando-se nessa premissa, esse trabalho teve como objetivo compreender se/como as Práticas Informacionais desenvolvidas pelas feministas negras, que atuam na Bamidelê – Organização de Mulheres Negras da Paraíba, têm contribuído para a construção de Competências Críticas em Informação, que as possibilitam orientar suas ações de enfrentamento às relações de dominação/submissão de gênero e étnico/raciais. É um estudo realizado por meio de pesquisa de campo, com abordagem qualitativa, onde os dados foram coletados através de entrevistas semiestruturadas. Trata-se de uma pesquisa correlacional, que visa relacionar os conceitos de Práticas Informacionais e Competência Crítica em Informação. Os dados foram analisados através da análise temática de conteúdo, por meio da técnica de categorização, com base nas categorias analíticas abordadas no trabalho. A pesquisa mostrou que as Práticas Informacionais desenvolvidas pelas mulheres negras acontecem em dois âmbitos: o do sujeito, que diz respeito às experiências de opressão vividas por essas mulheres e sua ação na busca de fortalecimento; e o da instituição, que tem a ver com as práticas que visam empoderar outras mulheres. A Competência Crítica em Informação, por sua vez, é desenvolvida ao longo da vida, a partir das Práticas Informacionais dessas mulheres, e faz relação com a reflexão sobre suas necessidades informacionais, a construção da informação em espaços alternativos e o desenvolvimento de um senso crítico informacional, esses pontos reunidos contribuem, através do fortalecimento mútuo e do uso da informação construída, para o enfrentamento das relações de opressão/submissão vivenciadas por elas.

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Diálogos sobre os Estudos de Gênero, Diversidade e Memória (2020)

Autores: Jacob, Bruna Souza; Tranquilli, Naíra Santos ; Silva, Leyde Klebia Rodrigues da ; Oliveira, Isadora Maria Salomão de

Resumo: O presente trabalho se propõe a estabelecer diálogos entre os campos dos estudos em Gênero e Diversidade e da Memória. Trazemos por esse meio dados e caracterização sobre um tema ainda hoje tratado como tabu: A Cultura do Estupro. Dentro da discussão sobre relações de poder, discorremos sobre a necessidade de uma produção discursiva e científica numa perspectiva emancipatória e não silenciadora. Nesse sentido, acreditamos que a articulação das teorias feministas junto ao campo da memória e da produção discursiva, pode ser um caminho de sucesso rumo a construção de novas práticas políticas para que possamos romper com o pacto do silenciamento; daqueles corpos que historicamente são marcados por violências físicas e psicológicas, também com a perpetuação da culpabilização da vítima, a hiperssexualização precoce das mulheres e das crianças. Para embasar a discussão trazemos dados sobre perfil das notificações de estupro no Brasil

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